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José Guimarães anuncia medidas para minimizar efeitos da guerra

Ministro da SRI propõe aumento do endividamento para proteger economia

Acro Rodrigues16 de abril de 2026 às 14:05
José Guimarães anuncia medidas para minimizar efeitos da guerra

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, informou que o governo está desenvolvendo novas iniciativas para amenizar os impactos da guerra no Oriente Médio na economia brasileira.

Durante um encontro com jornalistas no Palácio do Planalto, Guimarães comentou sobre a necessidade de um possível aumento do endividamento nacional para proteger a população dos efeitos adversos do conflito. Ele ressaltou: "Não podemos transferir os danos da guerra para a população. Se for necessário aumentar o endividamento para salvar a economia popular, isso deve ser feito."

O governo federal está preparando medidas para estabilizar os preços dos combustíveis.

Embora os detalhes ainda não tenham sido revelados, o ministro afirmou que a Casa Civil e a equipe econômica estão envolvidas nas discussões. Guimarães enfatizou que as medidas em estudo visam evitar que a carga tributária recai sobre os consumidores, especialmente em um cenário de economia globalizada que afeta diretamente os preços do diesel e da gasolina.

Ele também observou que as ações implementadas até agora foram "insuficientes" para lidar com os sérios danos causados pelo conflito, e que a questão do endividamento das famílias brasileiras será abordada de maneira mais aprofundada em futuras reuniões.

Posse e Anterioridade do Ministro

José Guimarães, que anteriormente atuava como líder do governo na Câmara, foi nomeado ministro-chefe da SRI no dia 14 de dezembro. A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, contou com a presença de destacados membros do Congresso, como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara, Hugo Motta.

A SRI estava sob a responsabilidade interina de Marcelo Costa após a saída de Gleisi Hoffmann, que deixou o cargo para concorrer a uma vaga no Senado. A escolha de Guimarães postergou devido ao fim da janela partidária e à necessidade de ajustes nos estados.

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