A líder oposicionista reafirma a necessidade de um retorno à democracia até julho de 2027.

A líder da oposição venezuelana María Corina Machado enfatizou a necessidade de realização de eleições no país até julho de 2027, em entrevista ao jornal britânico Financial Times.
Ela afirmou que há "tempo mais do que suficiente" para organizar a votação e defendeu a transparência na gestão das receitas obtidas com a venda de petróleo, atualmente supervisionadas pelos Estados Unidos.
✨ "O governo dos Estados Unidos e o povo venezuelano concordam que a única maneira de tornar isso sustentável e uma vitória real é transformar a Venezuela em uma democracia estável", declarou Machado.
Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, saiu da Venezuela em dezembro para participar da cerimônia em Oslo, mas não conseguiu chegar a tempo, com sua filha recebendo a medalha em seu lugar. Desde então, a opositora permanece escondida e enfrenta uma proibição de entrada no país.
Nos últimos meses, ela tentou voltar à Venezuela por diversas rotas, sempre com a entrada recusada. De acordo com seu assessor, houve três tentativas de cruzar a fronteira em 22 de setembro, enquanto Delcy Rodríguez se reunia com autoridades em Nova York.
Machado também passou a criticar publicamente decisões de líderes, envolvendo um acordo entre Trump e Rodríguez sobre a exploração do petróleo venezuelano, questionando a legitimidade da parceria e enfatizando a necessidade de garantir investimentos sustentáveis.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Política




Ex-governador Azevêdo e Veneziano Vital do Rêgo garantem vagas no Senado.

Levantamento BTG Pactual/Nexus divulgado nesta segunda-feira (24) coloca Lula à frente no primeiro turno e em empate técnico com Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno

Levantamento BTG Pactual/Nexus divulgado nesta segunda-feira (24) mostra disputa apertada; senador também justificou ausência no primeiro debate presidencial

Entidade se posiciona após polêmica envolvendo Flávio Bolsonaro e ataques a imagens religiosas.