Abertura de inquérito é resultado de postagem acusatória

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu início a um inquérito que investiga o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A investigação foi motivada por uma postagem de Flávio, na qual ele atribui a Lula crimes graves.
Na postagem publicada em 3 de janeiro de 2026, o senador fez acusações não comprovadas, sugerindo que o presidente estaria envolvido em atividades ilícitas como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal declarou que restou evidente a infração sob o artigo 138 do Código Penal.
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Além disso, Flávio associou Lula a Nicolás Maduro, insinuando que o brasileiro seria alvo de uma delação. A PF destacou que essa associação prejudica a imagem do presidente, insinuando envolvimento em diversos crimes substanciais.
O inquérito foi solicitado pela PF após análise do conteúdo da postagem, e a Procuradoria-Geral da República favoreceu a abertura da investigação, citando 'indícios concretos' delitos.
Agora, Moraes deve remeter o relatório obtido da PF à Procuradoria-Geral da República, que poderá decidir por mais ações, arquivar o caso ou formular acusações contra Flávio.
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Operação teve como alvo Raimundo Cutrim, apontado pela investigação como fonte do jornalista Luís Pablo; medida foi solicitada pela Polícia Federal e teve parecer favorável da PGR.

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