Voltar
política
2 min de leitura

Republicanos pede suspensão de eleições diretas em Roraima

Partido questiona a legalidade do pleito antes de decisão do STF

Giovani Ferreira13 de maio de 2026 às 12:25
Republicanos pede suspensão de eleições diretas em Roraima

O Diretório Nacional do Republicanos protocolou um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 12, solicitando que o ministro Cristiano Zanin suspenda as eleições diretas marcadas em Roraima, após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O requerimento foi feito em uma ação que está sob a relatoria de Zanin e que discute o formato de eleição para a escolha de um governador-tampão no Rio de Janeiro. O partido pede que, assim como no caso do estado fluminense, o presidente da Assembleia Legislativa de Roraima seja mantido no comando do executivo até que o STF tome uma decisão definitiva sobre o caso.

O Republicanos considera arriscado continuar com as eleições sem que o STF finalize o julgamento de ações que estabelecem as normas para esses pleitos.

No documento, a legenda afirma que a realização das eleições é “imprudente” enquanto as regras ainda estão sendo discutidas, principalmente a proposta de Luiz Fux, atualmente suspensa após um pedido de vista do ministro Flávio Dino. Além disso, o partido argumenta que a vacância do cargo em Roraima ocorreu menos de seis meses antes do final do mandato, o que, segundo a jurisprudência do STF, exigiria uma eleição indireta.

O Republicanos também destaca uma inconsistência nas decisões do TSE, já que no caso do Rio de Janeiro a vacância ultrapassa seis meses, justificando uma eleição direta segundo o STF, mas o tribunal determinou uma eleição indireta.

Contexto

As eleições diretas em Roraima estão em discussão após a vacância do cargo de governador, com implicações que podem afetar a política local e o processo eleitoral no Brasil.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de política