Alcolumbre antecipa derrota de Messias no STF por oito votos
Presidente do Senado prevê resultado da votação surpresa antes de ser anunciado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), surpreendeu ao prever a derrota do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) minutos antes do resultado oficial da votação ser divulgado.
Ao ser questionado pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner, sobre a expectativa do placar, Alcolumbre respondeu: “Acho que ele vai perder por oito”, acertando a contagem antes das câmeras.
✨ Messias obteve 34 votos a favor e 42 contrários, encerrando o pleito com uma diferença de exatamente oito votos.
Essa rejeição marca um momento histórico, sendo a primeira vez desde 1894 que o Senado barra uma indicação ao STF feita por um presidente da República.
Alcolumbre teve um papel crucial nesse desfecho, evitando reuniões com Messias e articulando a oposição desde o início da indicação. O senador defendeu que a escolha recaísse sobre Rodrigo Pacheco (PSD-MG), seu predecessor e aliado.
Com a recusa da indicação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva precisará submeter um novo nome que será avaliado pelo Senado para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso.
Contexto
A indicação ao STF é uma prerrogativa do presidente, mas o Senado tem o poder de aprová-la ou rejeitá-la, refletindo a dinâmica da política brasileira.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de política

Caso Master desafia futuras indicações de Jorge Messias ao STF
Polícia Federal impacta articulações políticas do governo Lula

Lula reenvia nome de Jorge Messias para o STF após rejeição
Presidente expressa descontentamento com a decisão do Senado

Jaques Wagner critica relação com Davi Alcolumbre após derrota de Messias
Líder do governo revela tensões após rejeição do advogado-geral ao STF

Moraes proíbe Flávio Bolsonaro de visitar Jair por 90 dias
Ministro determina explicações sobre carta divulgada nas redes sociais





