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política
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Serviço de saúde no Brasil corre risco com políticos de direita

Despesas do SAMU comprometidas e críticas ao Governo são intensificadas.

Fernanda Lima14 de maio de 2026 às 18:10
Serviço de saúde no Brasil corre risco com políticos de direita

Especialistas e cidadãos manifestam suas preocupações sobre o futuro do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), ressaltando que a permanência de políticos de direita no Congresso pode comprometer as necessidades básicas da população brasileira.

Recursos do SAMU estão sendo desviados, enquanto emendas parlamentares são utilizadas em troca de apoio político.

De acordo com Vitor Friary, a distribuição de emendas às prefeituras é uma estratégia para garantir votos, ao passo que o financiamento essencial para o SAMU é cortado. Regina Moura critica essa prática, chamando a atenção para o que classifica como uma tentativa de desmantelar o serviço público em favor da iniciativa privada.

Desafios para a democracia

Reginaldo Costa expressa sua preocupação com a atuação do Congresso, sugerindo que, em respeito à separação dos poderes, propostas polêmicas, como a dosimetria e certas indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF), não deveriam ser consideradas. Ele aponta que o STF parece não ter aprendido com erros do passado.

Marcilio Aires comenta sobre a importância de Lula escolher uma mulher com uma visão progressista para a vaga no STF, destacando que essa escolha, mesmo assim, poderia enfrentar resistência no Senado.

Questionamentos sobre a gestão educacional

Mudanças na Universidade de São Paulo (USP) também geram inquietação. A nomeação de um reitor próximo a Tarcísio de Freitas é vista como um alerta, e há um apelo para que jovens se mobilizem pela defesa de seus direitos educacionais.

Lucimar Lima critica a estagnação nos repasses financeiros da Unesp, enquanto os salários dos assistentes técnico-administrativos permanecem defasados, sem perspectiva de melhorias.

Empoderamento feminino em pauta

Claudia Lemos enfatiza a importância da participação feminina em espaços de poder, defendendo que as demandas das mulheres devem ser uma prioridade nas decisões políticas.

Alessandro Souza ressalta que a verdadeira perda com as atuais decisões não é do Presidente, mas sim do país, que carece de representantes competentes no Congresso.

A ironia de grupos políticos defendendo a repressão a criminosos, enquanto favorecem seus próprios interesses, é apontada por Alessandra Guida.

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