Voltar
política
2 min de leitura

Suprema Corte rejeita tentativa de Trump de limitar cidadania por nascimento

Decisão impacta diretrizes de imigração do governo e gera novas discussões

Fernanda Lima30 de junho de 2026 às 22:20
Suprema Corte rejeita tentativa de Trump de limitar cidadania por nascimento

A Suprema Corte dos Estados Unidos invalidou, nesta terça-feira (30), uma iniciativa do ex-presidente Donald Trump focada em restringir a cidadania de filhos de imigrantes nascidos em solo americano. Com essa decisão, o tribunal reafirmou que a 14ª Emenda garante cidadania a todas as crianças nascidas no país, independentemente do status legal dos pais.

Reações do governo

O vice-presidente JD Vance se manifestou sobre a decisão, considerando-a "muito decepcionante" e sugerindo que a administração está buscando alternativas. Ele afirmou que essa medida pode incentivar imigrantes a viajar para os EUA com a intenção de ter filhos, garantindo cidadania americana a esses recém-nascidos.

Vance também mencionou sugestões para revisar ordens executivas anteriores de Trump para abranger territórios dos EUA, buscando restringir ainda mais a cidadania por direito de solo.

A decisão da Suprema Corte também representa uma dura derrota para o governo Trump, que buscou por várias vias endurecer a política de imigração. Este é o segundo revés significativo enfrentado pela administração neste ano, após a anulação de tarifas globais em fevereiro.

Contexto da Decisão

Os juízes decidiram, por 6 votos a 3, que a cidadania deve ser garantida a todos os nascidos nos EUA, conforme estabelecido pela 14ª Emenda da Constituição, um princípio fundamental em debates sobre imigração e cidadania.

Vance também enfatizou a necessidade de legislações e ajustes para fechar o que ele chamou de "brecha legal" que permite a imigrantes indocumentados garantirem cidadania por meio do nascimento. Ele acrescentou que várias soluções estão sendo consideradas para abordar esse problema.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de política