Especialistas alertam sobre riscos no outono para crianças pequenas

O outono traz um aumento nos casos de doenças respiratórias entre crianças, exigindo atenção redobrada dos pais e cuidadores.
Segundo a Dr.a Patrícia Rolli, pediatra do Hospital Santa Catarina – Paulista, quadros leves como resfriados podem rapidamente evoluir para condições mais críticas, como a bronquiolite e a pneumonia, especialmente em bebês.
✨ A umidade baixa e a maior permanência em ambientes fechados favorecem a transmissão de vírus.
A Dr.a Rolli explica que o sistema imunológico infantil ainda está em desenvolvimento, tornando as crianças mais suscetíveis a infecções respiratórias.
É crucial monitorar a evolução dos sintomas e buscar atendimento médico ao notar qualquer piora. Embora muitos casos possam ser tratados em casa, a identificação de sinais de alerta é essencial.
"Vacine, higienize as mãos, amamente sempre que possível e, diante de dúvidas sobre a respiração, procure ajuda
A bronquiolite é mais comum em crianças abaixo de 2 anos, geralmente causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), o qual provoca sintomas iniciais semelhantes aos de um resfriado.
A pneumonia, uma das complicações mais frequentes das infecções respiratórias, pode ocorrer após infecções virais e comprometer os pulmões.
"Ela se manifesta com febre persistente e aumento da frequência respiratória, mesmo sem febre
✨ Os alertas para pneumonia incluem esforço respiratório acentuado e coloração arroxeada nos lábios.
Além da vacinação contra o VSR, medidas como a lavagem frequente das mãos, hidratação adequada, ventilação dos ambientes e evitar a exposição à fumaça de cigarro são fundamentais para a prevenção.
Os especialistas alertam sobre os perigos da automedicação, uma vez que bronquiolites e resfriados são processos virais, e antibióticos não são eficazes, podendo levar à resistência bacteriana.
Adicionalmente, o uso desnecessário de corticoides também é desaconselhado, já que não oferece benefícios e pode causar efeitos colaterais.
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