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Saúde
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Câncer de pele não melanoma: 263 mil novos casos esperados no Brasil

Dia Global de Conscientização alerta sobre riscos diários

Gabriel Rodrigues13 de junho de 2026 às 13:10
Câncer de pele não melanoma: 263 mil novos casos esperados no Brasil

No Dia Global de Conscientização sobre o Câncer de Pele Não Melanoma, comemorado em 13 de junho, o foco recai sobre hábitos que ainda elevam o risco dessa doença, a mais comum no Brasil. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que o país terá cerca de 263 mil novos casos anualmente entre 2026 e 2028.

A taxa projetada é de 122,9 casos a cada 100 mil habitantes, distribuídos em 136,1 mil em homens e 127,1 mil em mulheres. Apesar das campanhas de conscientização e do aumento do acesso à informação, ações cotidianas continuam a contribuir para o câncer de pele não melanoma.

Cerca de 263 mil novos casos de câncer de pele não melanoma são esperados no Brasil entre 2026 e 2028.

Segundo Dr. Aldo Toschi, coordenador de Dermatologia do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC Oncologia), o câncer de pele não melanoma é tratável quando diagnosticado precocemente, porém muitos ignoram cuidados básicos. Ele elenca cinco erros comuns que podem aumentar o risco de desenvolver a doença.

Erros Comuns na Proteção Solar

  • 11. Achar que o protetor solar é necessário apenas em dias ensolarados.
  • 22. Usar protetor solar apenas uma vez por dia.
  • 33. Esquecer de proteger áreas como orelhas e couro cabeludo.
  • 44. Pensar que somente pessoas de pele clara precisam de proteção.
  • 55. Confiar no protetor solar como única forma de proteção.

Conforme Dr. Toschi, a proteção solar deve ser contínua. Além de usar protetor solar, é importante combinar esse hábito com outras medidas de proteção, como chapéus e roupas especiais, e evitar a exposição solar intensa entre 10h e 16h.

Importância do Diagnóstico Precoce

O câncer de pele não melanoma apresenta altas taxas de cura quando identificado precocemente, mas a prevenção continua sendo a alternativa mais eficaz para reduzir sua incidência. Consultas regulares com dermatologistas são essenciais para detectar lesões sutis e monitorar mudanças na pele.

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A avaliação médica periódica é crucial para identificar alterações em pintas e manchas, principalmente em indivíduos com maior risco como aqueles expostos ao sol frequentemente e com histórico familiar da doença.

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