Quase 5 mil exames apontam ausência de microrganismos patogênicos perigosos.

As autoridades russas negaram nesta quinta-feira (8) a existência de um segundo caso de pneumonia relacionado à morte da pesquisadora Darya Shipilova, ocorrida na semana passada.
O órgão regulador de saúde do país se manifestou através de um comunicado, refutando o que considerou ser “informações falsas” sobre novos adoecimentos. Segundo a declaração, todos os contatos da profissional foram avaliados e os testes realizados em quase 5 mil amostras não identificaram microrganismos patogênicos perigosos.
Apesar das verificações, a causa exata da morte de Shipilova, de 28 anos, ainda permanece indeterminada. As autoridades afirmaram que a causa da morte foi pneumonia, mas não confirmaram se foi por peste pneumônica ou qualquer outro agente infeccioso.
✨ A OMS e autoridades dos Estados Unidos pressionam a Rússia por mais transparência sobre a situação.
Shipilova era funcionária do Instituto de Pesquisa Antipeste de Irkutsk. Após a sua morte, todas as pessoas que tiveram contato com ela foram colocadas em quarentena como medida de precaução. Rumores sobre a origem da doença dela circularam nas redes sociais, incluindo alegações de contato com bactérias no laboratório e viagens à Tailândia ou áreas próximas à fronteira com a Mongólia, mas essas informações não foram confirmadas.
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Jornalista especializado em Saúde

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