A operação investigou vínculo do parlamentar com o PCC no transporte público de SP.

O vereador Senival Moura foi novamente preso nesta quarta-feira, 28, pela Polícia Civil de São Paulo, investigado por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro associado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte público da capital.
Moura estava em liberdade desde 5 de agosto, após decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que determinou a sua soltura devido a uma interpretação do prazo de prisão temporária. Contudo, o Ministério Público recorreu desta decisão e agora o parlamentar retornou à custódia policial.
A operação, realizada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) juntamente com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), resultou na prisão de cinco pessoas, além dos mandados de prisão preventiva de mais sete investigados, sendo que dois permanecem foragidos.
✨ As apreensões realizadas durante a operação incluem R$ 158,9 mil em espécie, US$ 2.417, € 1.465, dez veículos, 40 relógios de luxo e joias.
Entre os automóveis apreendidos estão modelos de marcas como Porsche e BMW. Senival Moura foi inicialmente preso em 25 de junho durante a Operação Última Parada, que levou à denúncia de 21 pessoas à Justiça. Após seu primeiro encarceramento, o vereador pediu afastamento do PT.
Até a publicação desta matéria, a defesa de Senival Moura não havia respondido às solicitações de comentários sobre sua nova prisão.
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