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2 min de leitura

EUA proíbem importação de robôs humanoides e quadrúpedes chineses

Medida visa segurança nacional e intensifica tensões com a China

Gabriel Rodrigues30 de julho de 2026 às 03:25
EUA proíbem importação de robôs humanoides e quadrúpedes chineses

Os Estados Unidos decidiram proibir a importação de robôs humanoides e quadrúpedes fabricados no exterior. Essa medida, anunciada pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), tem como objetivo principal proteger a segurança nacional e intensifica as tensões já existentes entre Washington e Pequim.

Razões da proibição

A FCC destacou que os robôs avançados produzidos fora dos Estados Unidos poderiam representar riscos significativos à cibersegurança e à infraestrutura crítica do país. A decisão se baseia em uma força-tarefa da Casa Branca que aponta possíveis ameaças cibernéticas associadas a esses dispositivos.

Proibição inclui robôs pesando mais de dois quilos, capazes de operação autônoma.

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Impacto no mercado de robôs

O mercado global de robôs humanoides e quadrúpedes é visto como um setor em rapidíssima expansão, com empresas dos Estados Unidos e China competindo pela liderança. No entanto, a China se destaca, detendo cerca de 85% da participação global, com analistas prevendo que o mercado do país poderá alcançar 15 bilhões de dólares até 2030.

"

Fabricantes chineses têm aumentado a produção e reduzido custos rapidamente, superando concorrentes estrangeiros

Kangyuxiao Li, analista da Morningstar.

Repercussões diplomáticas

A proibição pode acarretar sérias implicações diplomáticas, especialmente com um encontro programado entre os presidentes dos EUA e da China. Washington já impôs restrições a drones chineses e está considerando medidas adicionais em relação a tecnologias de inteligência artificial, alegando riscos de espionagem.

Robôs estacionários não serão afetados pela proibição.

Outros dispositivos sob restrição

Além dos robôs, a FCC também incluiu inversores de energia fabricados fora dos EUA, que convertem a energia solar em corrente elétrica utilizável. Tal restrição reflete preocupações semelhantes de segurança, com a maioria dos fabricantes sendo chineses.

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