A AEMA visa ajustar o consumo elétrico de data centers de inteligência artificial ao sistema elétrico americano.

A Nvidia, o Google e a Emerald AI anunciaram nesta quarta-feira (16) a criação da AEMA (AI Energy Management Alliance), uma coalizão destinada a desenvolver data centers de inteligência artificial. O objetivo é que essas instalações ajustem dinamicamente seu consumo de eletricidade conforme as condições do sistema elétrico dos Estados Unidos.
A nova iniciativa visa acelerar a conexão de novas estruturas de IA à rede elétrica, ao mesmo tempo em que busca reforçar a confiabilidade da rede e limitar pressões sobre os custos de energia. De acordo com a Nvidia, a expansão da infraestrutura de IA enfrenta desafios cada vez maiores relacionados à disponibilidade de energia.
Os métodos atuais de conexão à rede não foram projetados para lidar com as demandas variáveis de data centers, que podem alterar seu consumo com base nas condições do sistema. Com a AEMA, os data centers poderão atuar como cargas flexíveis, transferindo cargas computacionais, utilizando armazenamento de energia e gerenciando temporariamente o consumo durante períodos de estresse na rede.
✨ A AEMA promete adoção de critérios tecnológicos neutros, com foco em desempenho, métricas de resposta rápida e comportamento em emergências.
A aliança buscará padronizar técnicas, compartilhar dados operacionais e criar mecanismos para acelerar a conexão de projetos que demonstrem compromissos confiáveis de flexibilidade. A AEMA reunirá empresas de tecnologia, operadoras de data centers, produtores de energia e operadores regionais de redes.
Tanto a Nvidia quanto a Emerald AI já estão colaborando com parceiros do setor para desenvolver instalações que possam responder em tempo real às condições elétricas.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Tecnologia

Falta de profissionais qualificados limita o uso da IA em empresas.

Governadora Hochul destaca impacto ambiental e custos elevados.

Nova injeção de recursos visa expansão da infraestrutura tecnológica

Resultados do primeiro trimestre de 2026 superam expectativas de mercado.