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Trabalho
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Emprego formal continua sendo prioridade para brasileiros, diz pesquisa

CNI revela que mais de um terço dos trabalhadores prefere CLT

Ricardo Alves10 de abril de 2026 às 08:45
Emprego formal continua sendo prioridade para brasileiros, diz pesquisa

Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que o emprego com carteira assinada ainda é a opção preferida de muitos brasileiros. Mais de 36% dos trabalhadores que buscam uma nova vaga apontam o modelo CLT como o mais atraente.

Direitos trabalhistas ainda são fundamentais

A pesquisa destaca que a proteção a direitos trabalhistas e ao acesso à Previdência Social são diferenciais importantes, mesmo diante do crescimento de novas modalidades de trabalho. Claudia Perdigão, especialista da CNI, afirma que, apesar da popularização de atividades ligadas a plataformas digitais, a segurança e estabilidade proporcionadas pelo emprego formal permanecem inestimáveis.

Resultado da pesquisa: 36,3% preferem CLT, enquanto 18,7% optam pelo trabalho autônomo.

Preferências de diferentes faixas etárias

Os dados mostram que essa preferência é ainda mais forte entre os jovens. Para aqueles com idades entre 25 e 34 anos, 41,4% escolhem o emprego formal, enquanto 38,1% dos 16 aos 24 anos também priorizam a CLT. Para muitos deles, o emprego formal representa uma maior segurança durante o início da carreira.

Trabalho digital como complemento de renda

O levantamento apontou que o trabalho por meio de plataformas digitais é, em sua maioria, visto como uma forma de renda extra, com apenas 30% considerando esse tipo de atividade como sua fonte principal de sustento.

95% dos trabalhadores estão satisfeitos com seus empregos atuais.

Satisfação no mercado de trabalho

Um dado notável da pesquisa é o elevado índice de satisfação dos trabalhadores: 95% afirmam estar contentes com seus empregos, sendo que 70% se consideram muito satisfeitos. Apenas uma pequena parcela, 4,6%, está insatisfeita com suas atuais posições.

Contexto da pesquisa

Realizada entre 10 e 15 de outubro de 2025, a pesquisa ouviu 2.008 pessoas a partir de 16 anos em todo o Brasil.

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