Roberto Perosa considera inaceitável a espera de dois anos pela liberação.

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, considerou inaceitável a possibilidade de o Brasil esperar dois anos para retomar as exportações de carne bovina à União Europeia. Perosa pediu medidas de reciprocidade comercial, caso a UE mantenha a exigência.
"Dois anos é inaceitável para o Brasil. Se for assim, queremos parar de importar azeite da Europa e todos os queijos da França por dois anos também", afirmou o dirigente durante evento em São Paulo.
O ministro da Agricultura, André de Paula, informou que as negociações continuam para minimizar impactos na cadeia bovina. A União Europeia insiste em avaliar os controles brasileiros somente após o ciclo completo de vida dos animais, que leva pelo menos dois anos.
✨ Perosa destaca a importância de que a União Europeia considere os esforços brasileiros para adequar a produção e evitar a suspensão do fluxo comercial.
Além disso, Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), comentou sobre a análise da retomada das exportações de carne de frango para a UE após auditoria realizada por representantes do bloco. Ele destacou que o Brasil cumpre os regulamentos europeos no uso de antimicrobianos.
Santin também mencionou que, apesar da suspensão das exportações em setembro, não houve prejuízo significativo, uma vez que a carne foi redirecionada para outros mercados.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Agronegócio

Valorização no mercado interno é impulsionada pela alta do dólar.

Aumento de 19,6% em relação a 2025 é impulsionado por novas áreas e produtividade.

Valorização de 2,39% foi influenciada por alta na Bolsa de Chicago e aumento das vendas antecipadas.

Dados do USDA mostram crescimento nas exportações de soja e milho, mas redução significativa no trigo.