Estratégia de monitoramento avícola é crucial para a sanidade do setor

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) concluiu o envio da última remessa de amostras para o ciclo 2025/2026 da Vigilância Ativa de Aves no Estado nesta segunda-feira (8). Essa ação é vital para prevenir e detectar doenças avícolas.
As amostras foram enviadas para os Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) localizados em Campinas (SP) e Porto Alegre (RS), que são responsáveis por examinar potenciais enfermidades, incluindo a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade e a Doença de Newcastle.
✨ A vigilância ativa é fundamental para a sanidade avícola, permitindo a detecção precoce de doenças.
Este programa de Vigilância Ativa é uma peça-chave na estratégia de sanidade avícola, que visa monitorar continuamente a população de aves do Paraná, contribuindo para a detecção precoce de surtos e a manutenção do status sanitário do Estado.
Durante essa fase de monitoramento, fiscais e veterinários da Adapar inspecionaram 488 propriedades avícolas, promovendo coletas de amostras e levantando dados epidemiológicos essenciais.
"Os resultados da vigilância ativa melhoram nossa capacidade de resposta e protege a avicultura paranaense - Pauline Sperka, chefe da Divisão de Sanidade Avícola da Adapar.
A colaboração entre instituições, produtores rurais e o Serviço Veterinário Oficial foi crucial para o sucesso das ações desse ciclo, que ressaltaram a importância das práticas preventivas no setor.
A Vigilância Ativa não só monitora doenças, mas também fortalece a cultura de prevenção, sendo essencial para a sustentabilidade da avicultura no Paraná.
Além de apoiar a saúde avícola, a vigilância ativa favorece a confiança do mercado e assegura a competitividade das exportações do setor avícola paranaense.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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