IBGE revela aumento contínuo na capacidade de armazenagem no país

No segundo semestre de 2025, a capacidade de armazenagem agrícola no Brasil atingiu 233,8 milhões de toneladas, conforme os dados do IBGE. Esse incremento de 1,1% em comparação ao primeiro semestre do ano reflete um crescente panorama no setor.
Ao longo do período de 1997 a 2025, o país teve um aumento total de 112,5% na capacidade de armazenagem, que superou a marca de 110 milhões de toneladas. Isso demonstra um progresso significativo na infraestrutura agrícola brasileira.
✨ A pesquisa revelou que 9.668 estabelecimentos estavam em operação, número 0,5% maior do que no levantamento anterior.
A Região Norte foi a que mais se destacou com um crescimento de 4,7% na quantidade de estabelecimentos. Enquanto isso, a Região Sul registrou uma diminuição. Os silos continuam sendo a principal estrutura de armazenagem, com uma capacidade útil de 124,7 milhões de toneladas, representando 53,3% do total.
No segmento de armazéns, os graneleiros e granelizados vêm na segunda posição, com 85,8 milhões de toneladas e um aumento de 2%. Já os armazéns convencionais viram uma redução de 2,2% em sua capacidade total.
Entre 1997 e 2025, a capacidade de silos e armazéns graneleiros cresceu 469,7% e 151,4%, respectivamente, enquanto os armazéns convencionais apresentaram uma queda de 56,9%.
Regionalmente, a Região Sul concentra 42,7% da capacidade total de silos, enquanto o Centro-Oeste é dominado pelos armazéns graneleiros, que representam 51% da capacidade na região. As duas regiões, juntas, constituem uma parte significativa do total nacional.
"O aumento destes tipos de armazenagem está associado à expansão da produção nacional de grãos, pois são geralmente armazenados em armazéns graneleiros e silos
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