AMAGGI amplia uso de B100 em operações agrícolas, destacando resultados positivos.

O uso de biodiesel puro (B100) nas operações agrícolas tem se destacado em Mato Grosso, especialmente durante a colheita de algodão e milho da safra 2025/26, que ocorreu entre julho e agosto. Este combustível foi aplicado em um variado conjunto de máquinas, obtendo resultados satisfatórios nos campos.
A AMAGGI ampliou a adoção do B100 nas fazendas Itamarati, em Campo Novo do Parecis, Água Quente, em Sapezal, e Nova, em Primavera do Leste. No total, 47 máquinas foram abastecidas com o biodiesel produzido pela própria empresa, consumindo cerca de 360 mil litros do combustível.
✨ Os equipamentos não apresentaram perda perceptível de potência e não houve necessidade de adaptações nas máquinas, demonstrando a viabilidade do B100 nas práticas agrícolas.
Essa iniciativa está alinhada com a estratégia de descarbonização da AMAGGI, que além do uso de biodiesel, inclui práticas de agricultura regenerativa e de baixo carbono. De acordo com o GHG Protocol, a substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis pode levar a uma redução de até 99% nas emissões de gases de efeito estufa.
Desde 2023, o B100 já faz parte da frota de caminhões que transportam grãos e de toda a maquinaria da Fazenda Sete Lagoas, em Diamantino, onde a empresa realizou sua primeira colheita de soja exclusivamente com biodiesel puro no primeiro semestre deste ano. O combustível também foi testado em suas operações fluviais.
""A ampliação do uso do B100 em mais três fazendas, e nas operações mais importantes da safra, demonstra a nossa confiança nesse biocombustível. Foram usados cerca de 360 mil litros, sem perda de potência perceptível. A colheita dessa safra 25/26 atesta a performance do biodiesel. É mais uma evidência de sua viabilidade dentro da estratégia de sustentabilidade da companhia", afirma José Eduardo Tomaz, diretor Agro da AMAGGI.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Agronegócio

Evento ocorrerá nos dias 27 e 28 de novembro em Luís Eduardo Magalhães.

Setor enfrenta pressão de custos e busca ampliar rentabilidade e qualidade.

Em dez anos, etanol de milho pode representar até 45% da produção nacional

Monitoramento das mudas na Fazenda Copaíba garante alta taxa de sobrevivência e viabiliza compensação ambiental.