Brasil mantém status de exportador para União Europeia
FPA monitora novas exigências europeias sobre exportações de produtos agropecuários

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) anunciou que está atenta à atualização da lista da União Europeia sobre países autorizados a exportar produtos de origem animal, confirmando que o Brasil permanece na lista.
Essa atualização está relacionada a novas exigências quanto ao uso de antimicrobianos na pecuária, as quais serão aplicadas a todos os países que desejam exportar para o bloco europeu.
✨ O Brasil poderá ser penalizado somente se não apresentar as garantias exigidas até o prazo estipulado.
A FPA destacou que a situação ocorre em um contexto de tensões políticas na Europa, especialmente com a resistência de agricultores e do governo francês em relação ao acordo de livre comércio com o Mercosul.
Além disso, a FPA expressou preocupação com a possibilidade de que exigências regulatórias se tornem barreiras comerciais disfarçadas.
Em sua nota, a entidade reforçou que a questão não se deve a problemas sanitários na pecuária brasileira, citando o fato de que o Brasil exporta carne bovina para mais de 170 países com padrões de inspeção e rastreabilidade reconhecidos internacionalmente.
Por fim, a FPA afirmou que continuará acompanhando a situação juntamente com o setor produtivo e as autoridades competentes para assegurar que os requisitos documentais exigidos pela União Europeia sejam cumpridos dentro do prazo estipulado, garantindo a continuidade das exportações.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Agronegócio

Brasil luta para reverter bloqueio de carne bovina pela UE
Expectativa é que restrições se prolonguem até 2027

São Paulo se une à União Europeia para rastreabilidade agrícola
Estado busca adequar produção rural às exigências ambientais europeias

Cota de arroz sem tarifas da UE traz novas oportunidades ao Mercosul
Uruguai lidera absorção da cota isenta, mas divisão entre países ainda é incerta

Nova rota bioceânica promete agilidade nas exportações agrícolas
Conexão Brasil-Pacífico pode reduzir transporte em 17 dias





