Setor agrícola brasileiro enfrenta perdas significativas devido a eventos extremos.

Os efeitos das mudanças climáticas estão impactando significativamente a agropecuária brasileira, resultando em uma perda de mais de R$ 200 bilhões em renda. Essa estimativa, formulada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, aponta o cenário alarmante que se agrava com a expectativa de um Super El Niño entre 2026 e 2027.
Com a ocorrência de eventos climáticos extremos, a pressão por novas estratégias de prevenção se intensifica. Segundo Ana Luci Grizzi, especialista em governança de clima, as empresas precisam parar de ver esses eventos como ocorrências isoladas e começar a integrá-los nas decisões estratégicas.
"Os impactos climáticos não se restringem à produção agrícola; elas afetam a logística, a cadeia de abastecimento, a disponibilidade de insumos e a competitividade das empresas
✨ Adaptar-se às mudanças climáticas é fundamental para preservar operações e fortalecer a competitividade no setor agropecuário.
A adaptação a condições climáticas deve se tornar uma prioridade para as empresas agrícolas, com investimentos em tecnologias, gestão hídrica, monitoramento das condições climáticas e revisão de planos operacionais. As instituições financeiras e investidores também estão cada vez mais atentos à capacitação das empresas frente aos desafios relacionados ao clima.
Os eventos climáticos extremos, como secas e enchentes, estão se tornando mais frequentes e intensos, exigindo operações mais resilientes e preparadas para enfrentar essas adversidades.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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