Definir o tempo certo de colheita é essencial para manter a qualidade dos grãos e reduzir custos.

A definição do momento de colher o milho é crucial para influenciar as perdas no campo, a qualidade dos grãos, além de impactar os custos de secagem e armazenagem.
Tanto a colheita antecipada quanto a tardia apresentam riscos que exigem uma cuidadosa avaliação das condições da lavoura e da infraestrutura disponível na propriedade.
Quando o milho é colhido com umidade elevada, isso resulta em uma necessidade maior de secagem, aumentando o consumo de energia e o tempo de processamento. Grãos mais úmidos são também mais suscetíveis a trincas, quebras e desuniformidade de umidade dentro do lote.
Por outro lado, uma permanência prolongada da cultura no campo após a maturidade fisiológica eleva o risco de debulha natural, queda de espigas, acamamento e quebramento de plantas. Além disso, a exposição a chuvas, ventos, pragas e fungos pode aumentar o risco de grãos ardidos e de ocorrência de micotoxinas.
Para determinar o momento ideal para a entrada das colhedoras, é recomendado acompanhar a umidade dos grãos, observar a maturidade da lavoura e considerar a capacidade da propriedade em colheita, transporte, secagem e armazenagem.
✨ Condições climáticas e o histórico de doenças e pragas também devem ser considerados na decisão.
Na prática, o ponto de colheita deve buscar um equilíbrio entre a redução da exposição do milho no campo e a manutenção de uma umidade adequada para a estrutura de pós-colheita, visando evitar perdas e custos desnecessários.
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Jornalista especializado em Agronegócio

Fatores como clima e variedade influenciam o ponto ideal para a colheita.

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