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Agronegócio
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Inadimplência no Agronegócio sobe para 8,2% em 2026

Rio Grande do Sul se destaca com menor índice do país

Tiago Abech04 de junho de 2026 às 13:10
Inadimplência no Agronegócio sobe para 8,2% em 2026

A inadimplência no setor agrícola brasileiro chegou a 8,2% em 2026, conforme apontado por um estudo realizado pela Serasa Experian, refletindo os desafios enfrentados por produtores de todos os portes.

O levantamento destaca que o Rio Grande do Sul se destaca como o estado com a menor taxa de inadimplência do Brasil, alcançando 5,3% no último trimestre de 2025, apesar das pressões financeiras que o setor enfrenta.

O aumento de 1 ponto percentual em relação a 2024 mostra a crescente dificuldade de produtores, especialmente entre aqueles sem registro rural, que apresentam uma inadimplência de quase 10%.

As dívidas dos agricultores concentram-se majoritariamente em instituições financeiras, com um valor médio de R$ 115.500. A situação é agravada por altos custos com insumos e fertilizantes, além de preços instáveis dos produtos agrícolas.

Desafios no Agronegócio

Os desafios financeiros que os produtores rurais enfrentam incluem a pressão de custos elevados e a dificuldade de acesso ao crédito. A concentração das dívidas em um grupo menor de produtores também contribui para a sacudida no pagamento das obrigações.

Rio Grande do Sul: Modelo de Resiliência

No Rio Grande do Sul, mesmo em meio a crises de endividamento, o estado mantém índices mais favoráveis através de juros controlados e a possibilidade de renegociação de dívidas, o que tem apoiado os produtores locais.

Propostas de Melhoria

Em resposta a essas dificuldades, os agricultores gaúchos estão em busca da aprovação do PL 5122, que propõe facilitar a renegociação de dívidas e reduzir as taxas de juros, buscando assim garantir a saúde financeira dos produtores e a continuidade das atividades agrícolas.

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