CEO destaca potencial de crescimento mesmo em cenário de crise de crédito.

A empresa de biológicos Koppert busca um financiamento de 100 milhões de euros no mercado financeiro para a construção de novas fábricas, porém, a operação não foi concluída no prazo esperado.
Apesar da crise de crédito que afeta produtores, distribuidores e a indústria de insumos agrícolas, a Koppert mantém uma perspectiva positiva para o mercado brasileiro de bioinsumos. O CEO da empresa, Gustavo Herrmann, acredita que a pressão sobre os custos de produção pode incentivar a adoção de produtos biológicos, que, segundo ele, podem reduzir despesas sem comprometer a produtividade das lavouras.
✨ Herrmann projeta que a participação dos bioinsumos, atualmente em torno de 7% do mercado de proteção de plantas, continuará a crescer à medida que produtores busquem reduzir custos e incorporar novas tecnologias.
Com a expansão da demanda, a capacidade industrial da Koppert está sob pressão. Herrmann explicou que suas unidades atuais estão quase operando no limite, o que torna necessária a construção de novas fábricas dedicadas à produção de bactérias e fungos.
Além da expansão no Brasil, a Koppert planeja utilizar a operação brasileira como base para desenvolver e exportar tecnologias. A companhia já está se inserindo no mercado da cana-de-açúcar na Flórida, nos Estados Unidos, que enfrenta desafios semelhantes aos do Brasil.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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