Projeção da AMP Bill indica aumento em volume e valor de vendas.

O mercado brasileiro de bioinsumos deve encerrar 2026 com um crescimento de até 7% em valor de vendas e 10% em volume, segundo uma projeção da Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos (AMP Bill). No primeiro semestre deste ano, o volume comercializado cresceu 7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Entretanto, o valor das vendas permaneceu estável, refletindo tanto a pressão sobre os preços quanto o adiamento das compras por parte dos produtores.
A irregularidade das chuvas e temperaturas elevadas podem afetar a emergência e o desenvolvimento das plantas. Para enfrentar esses desafios, os produtores podem utilizar os bioinsumos, que são ferramentas fundamentais para o manejo agrícola.
O início da safra é um momento crucial para maximizar o potencial produtivo. O fenômeno El Niño provoca mudanças no padrão das chuvas e temperaturas, e por isso, os bioinsumos devem ser integrados no planejamento do manejo para assegurar o desenvolvimento adequado das culturas.
Bioinsumos, como o Bioasis Power, favorecem a retenção de água e o crescimento radicular, contribuindo para um desenvolvimento saudável das plantas. Eles também ajudam a regular o equilíbrio fisiológico, permitindo que as culturas enfrentem estresses sem comprometer o potencial produtivo.
O setor aguarda a finalização da regulamentação da lei dos bioinsumos, que será fundamental para orientar a aplicação prática do novo marco legal. Há expectativas de que o mercado siga em expansão, impulsionado por inovações e a adoção de tecnologias biológicas.
✨ O mercado de bioinsumos no Brasil poderá crescer 7% em valor de vendas e 10% em volume até 2026, conforme a AMP Bill.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Redução nos preços impacta diretamente os produtores agropecuários brasileiros.

Solução com clomazone e flumioxazin é lançada para soja

Estudo revela ganhos de até 12 sacas por hectare com novo insumo

CEO da Massey Ferguson vê potencial de R$ 403 bilhões até 2035