Produtores acompanham custos logísticos e condições climáticas críticas.

O mercado de soja nas regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil inicia a nova temporada com atenção voltada para os custos logísticos, as condições climáticas e o avanço do plantio. Produtores estão monitorando de perto fatores como o preço do combustível, as taxas de frete e a disponibilidade de umidade.
No Rio Grande do Sul, o preço do diesel S-10 atingiu a média nacional de R$ 7,13 por litro, o que intensifica a preocupação com os custos de transporte entre as propriedades, os armazéns e os terminais. Apesar do recuo do petróleo Brent para menos de US$ 100, ainda não houve um impacto imediato nos preços do frete agrícola.
Os preços da soja foram registrados em R$ 163 em Rio Grande, R$ 153 em Ijuí e Cruz Alta, R$ 155 em Passo Fundo e R$ 154 em Santa Rosa. Em Santa Catarina, a instabilidade climática tem gerado incertezas sobre a janela de operação, com previsão de chuvas fortes que podem complicar as atividades em campo.
✨ A B3 soja para novembro de 2026 no Paraná teve uma queda de 0,47%, alcançando R$ 29,12 por saca, com os prêmios de Paranaguá e os fretes até o porto permanecendo estáveis.
No Mato Grosso do Sul, o plantio da safra 2026/27 alcançou 1,5% da área prevista, impulsionado pela melhoria nas condições de umidade, especialmente nas regiões Sul e Centro. Os preços nas cidades de Dourados e Campo Grande foram de R$ 148.
Em Mato Grosso, as chuvas irregulares continuam a influenciar o início das atividades de plantio, com produtores em áreas mais úmidas avançando, enquanto aqueles em regiões mais secas aguardam melhores condições. Os preços variam entre R$ 139,25 em Sorriso e R$ 151 em Rondonópolis.
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