Saca do produto é cotada a R$ 90 na exportação, enquanto semeadura atinge apenas 37% da área prevista.

Os preços do arroz no Rio Grande do Sul estão em ascensão, com a saca cotada a aproximadamente R$ 90 na exportação.
Entretanto, a nova safra enfrenta desafios, pois o excesso de umidade tem dificultado o trabalho nas lavouras, impedindo a entrada das máquinas e causando atrasos em diversas regiões.
✨ Atualmente, a semeadura cobre 37% da área prevista, somando 317.000 hectares, embora diversas localidades, principalmente na metade sul do estado, apresentem atrasos significativos.
Dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) indicam que algumas áreas estão com o plantio praticamente zerado. Na fronteira Oeste, os esforços avançaram nesta semana, mas a situação permanece crítica.
Para esta safra, a expectativa é de que se atinja a marca de 861.000 hectares dedicados ao cultivo do arroz. O cenário é desigual, com condições de umidade variando de forma significativa entre regiões próximas.
Esta fase é crucial, pois representa o período ideal para a semeadura, que deve ocorrer entre a segunda quinzena de outubro e a primeira quinzena de novembro.
Apesar das complicações no plantio, o preço do arroz mostra uma reação favorável nas exportações, atualmente cotado a R$ 90, observando um aumento em relação à média do ano passado, que foi de R$ 60.
As perspectivas comerciais para o mercado se tornam mais claras à medida que avança a safra nos Estados Unidos e à medida que se aproximam as eleições, que podem impactar o mercado.
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