Produtores de mandioca enfrentam problemas com fungos no Sul
Aumento da umidade do solo agrava podridões radiculares na lavoura.

Mais de 200 agricultores da região de Santa Rosa estão alarmados com o aumento das podridões radiculares em suas lavouras de mandioca. Esta condição é amplificada pela alta umidade do solo, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.
O avanço desses patógenos não apenas compromete a qualidade das raízes colhidas, mas também pode levar à diminuição da oferta do produto até o término do inverno. Situações semelhantes são observadas em locais com drenagem deficiente, onde a umidade excessiva se torna um terreno fértil para a expansão dos fungos e bactérias.
✨ A qualidade da mandioca comercializada na região é fundamental para a economia local, com preços variando entre R$ 5,50 e R$ 7,00 o quilo.
Além disso, a Emater/RS-Ascar alerta que a situação atual poderá impactar também as safras futuras, uma vez que as condições do solo favorecem a persistência dos agentes causadores das doenças.
No território de Soledade, a colheita da mandioca continua em andamento, com as manivas já protegidas. As vendas estão aquecidas nas feiras locais e na Ceasa, impulsionadas pela atividade nas oito agroindústrias da região, que estão intensificando o armazenamento e congelamento do produto para atender à demanda.
Na localidade de Mato Leitão e Venâncio Aires, o preço praticado é de R$ 30,00 pela caixa de 22 quilos, refletindo o dinamismo do mercado.
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