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Agronegócio
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Produtores de mandioca enfrentam problemas com fungos no Sul

Aumento da umidade do solo agrava podridões radiculares na lavoura.

Gabriel Rodrigues14 de julho de 2026 às 11:45
Produtores de mandioca enfrentam problemas com fungos no Sul

Mais de 200 agricultores da região de Santa Rosa estão alarmados com o aumento das podridões radiculares em suas lavouras de mandioca. Esta condição é amplificada pela alta umidade do solo, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.

O avanço desses patógenos não apenas compromete a qualidade das raízes colhidas, mas também pode levar à diminuição da oferta do produto até o término do inverno. Situações semelhantes são observadas em locais com drenagem deficiente, onde a umidade excessiva se torna um terreno fértil para a expansão dos fungos e bactérias.

A qualidade da mandioca comercializada na região é fundamental para a economia local, com preços variando entre R$ 5,50 e R$ 7,00 o quilo.

Além disso, a Emater/RS-Ascar alerta que a situação atual poderá impactar também as safras futuras, uma vez que as condições do solo favorecem a persistência dos agentes causadores das doenças.

No território de Soledade, a colheita da mandioca continua em andamento, com as manivas já protegidas. As vendas estão aquecidas nas feiras locais e na Ceasa, impulsionadas pela atividade nas oito agroindústrias da região, que estão intensificando o armazenamento e congelamento do produto para atender à demanda.

Na localidade de Mato Leitão e Venâncio Aires, o preço praticado é de R$ 30,00 pela caixa de 22 quilos, refletindo o dinamismo do mercado.

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