Expectativas positivas para a produção e exportação em 2025/26

As transações de soja no Brasil estão em alta, impulsionadas pela crescente demanda internacional e pelas aquisições por indústrias locais. No entanto, a ampla disponibilidade de soja no mercado global tem contido uma valorização significativa nos preços.
✨ O real desvalorizado favorece as exportações brasileiras e torna a soja nacional mais atraente.
Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) destacam que a competitividade da soja brasileira aumentou nas últimas semanas devido à desvalorização do real em relação ao dólar. Isso melhora a posição do Brasil no mercado externo, incentivando as exportações da commodity.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) atualizou suas estimativas para a safra mundial de soja em 2025/26, prevendo uma produção de 429,2 milhões de toneladas, um recorde que supera a previsão anterior em 0,4%.
"Se confirmada a projeção, a colheita mundial será ligeiramente acima do volume registrado na safra anterior, o que sugere uma oferta abundante no mercado internacional.
O Brasil deve continuar sendo o maior produtor global, com o USDA estimando uma colheita de 180 milhões de toneladas, número muito próximo da previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que fala em 180,25 milhões.
A Argentina, por sua vez, teve a previsão de colheita elevada para 50 milhões de toneladas, apesar de ainda estar 2,2% abaixo do que foi registrado na temporada anterior.
Além de liderar a produção, o Brasil deve ser o maior exportador de soja do mundo, com o USDA projetando embarques de 115 milhões de toneladas entre outubro de 2025 e setembro de 2026. Este desempenho solidifica a importância do Brasil no abastecimento global da oleaginosa.
✨ O país se destaca em um contexto de demanda elevada de compradores internacionais.
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