Candidaturas femininas se destacam em meio a debates sobre direito ao voto

No cenário atual, grupos ultraconservadores nos Estados Unidos fazem sucesso com conteúdos que debatem o suposto lugar da mulher na sociedade.
Entre as ideias que ganham força nas redes sociais, destacam-se aquelas que defendem a proibição do voto feminino, sugerindo a implementação de um voto familiar, onde o homem seria o responsável por decidir e votar em nome da família.
Esse movimento, de caráter antifeminista, também tem encontrado eco no Brasil, onde as mulheres exercem o direito ao voto desde 1932. Neste ano, as eleições brasileiras foram marcadas por um expressivo número de candidatas e na qual o Congresso Nacional registrou a maior quantidade de parlamentares mulheres de sua história.
✨ O podcast O Assunto, apresentado por Natuza Nery, discute esse fenômeno, trazendo à tona as explicações da professora Tatiana Vargas Maia sobre a origem do movimento antifeminista e a análise da cientista política Marina Basso Lacerda sobre sua manifestação nas urnas brasileiras.
O episódio aborda também a presença de mulheres em posições de destaque dentro do panorama político, amid os discursos que buscam retirar o voto feminino da Constituição.
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Dados do TSE mostram que 918.876 eleitores com domicílio em 134 países podem votar.

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Eleitores ausentes e sem justificativa podem enfrentar multas e restrições.