Unidade, proposta pela Lynas e Meteoric, pode se tornar a maior fora da China.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou que a proposta da Lynas Rare Earths e da Meteoric Resources para uma planta de separação de óxidos de terras raras em Poços de Caldas, Minas Gerais, pode tornar-se a maior do setor fora da China. Ele destacou que esse empreendimento colocará o Brasil em uma nova posição na cadeia produtiva global de minerais críticos.
"O projeto apresentado prevê a instalação de uma planta de separação de óxidos de terras raras na região de Poços de Caldas. Essa transação representa um avanço na política defendida pelo presidente Lula de valorizar nossas riquezas em território nacional. O Brasil pode se tornar um player significativo nesta cadeia global", afirmou Silveira.
✨ A nova planta poderá transformar o Brasil em um polo regional de processamento e separação de terras raras.
A Meteoric apresentou os planos ao governo durante uma reunião em 16 de setembro, antes da sanção da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A nova política visa promover a agregação de valor no Brasil e pode oferecer financiações para projetos de beneficiamento mineral.
A Lynas finalizou um acordo para adquirir 100% da Meteoric Resources em uma operação avaliada em aproximadamente R$ 3,5 bilhões. A Meteoric controla o projeto Caldeira, considerado o maior recurso conhecido de óxidos de terras raras fora da China. A compra requer aprovação do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos.
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Jornalista especializado em Brasil

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