Medida ocorre após assassinatos e atentados na cidade fronteiriça com a Venezuela.

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, determinou a militarização temporária de Cúcuta, a principal cidade na fronteira com a Venezuela, em resposta a uma escalada de violência e assassinatos atribuídos a grupos ilegais.
Recentemente, Cúcuta foi palco do assassinato de um aspirante a prefeito e de um atentado com explosivos que resultou em ferimentos a quatro policiais. O presidente declarou: “Ordeno a militarização imediata de Cúcuta. Será temporária, enquanto estabilizamos a ordem pública.”
A mobilização das forças policiais e do exército na cidade visa conter as atividades de guerrilhas e outros grupos criminosos que atuam na região. Essa é a segunda cidade a receber a militarização sob a administração de De la Espriella, desde sua posse em agosto, tendo a primeira sido Santa Marta, devido a ataques de grupos narcotraficantes.
A fronteira colombo-venezuelana é conhecida como um reduto de grupos guerrilheiros, como o Exército de Libertação Nacional e dissidentes das Farc, que disputam o controle de atividades ilícitas como o narcotráfico e a mineração ilegal.
✨ Cúcuta passa por uma das piores crises de violência da última década, com dezenas de mortos em operações de segurança, entre eles oito menores.
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