Fenômeno climático pode ter impactos variados no Brasil

A NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) aumentou as chances de que o El Niño atinja a categoria “muito forte”, com as temperaturas das águas do Oceano Pacífico equatorial superando 2°C a média nos próximos meses.
A previsão indica uma probabilidade de 93% de que isso ocorra entre setembro e novembro, aumentando para 95% no período de outubro a dezembro. A agência também destacou que há 69% de chances de que esse fenômeno seja o mais intenso desde 1950, ano em que começou a monitorar as temperaturas da região.
✨ Um El Niño muito forte traz maiores chances de eventos climáticos severos, mas seus efeitos não são garantidos.
Normalmente, os efeitos do El Niño variam no Brasil. O Sul do país tende a experimentar um aumento nas chuvas, enquanto o Norte e o Nordeste enfrentam períodos de seca. Regiões como Sudeste e Centro-Oeste costumam ter maior calor e instabilidade na chuva.
As previsões da NOAA sugerem que a intensidade do fenômeno deve permanecer alta até o início de 2027, com 90% de probabilidade de continuidade entre novembro e janeiro. A expectativa é que a força do El Niño comece a diminuir entre janeiro e março de 2027, quando as chances de ser muito intenso caem para 35%.
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