Caso das gêmeas virou símbolo da crença na reencarnação após tragédia familiar.

O caso de Joanna e Jacqueline Pollock, que morreram em um trágico acidente de carro em 1957, foi investigado pelo psiquiatra canadense Ian Stevenson em 1964, que buscou entender como suas irmãs gêmeas, Gillian e Jennifer, poderiam ser associadas a elas através de memórias e comportamentos.
No fatídico dia 5 de maio de 1957, enquanto a família Pollock caminhava para a missa em Hexham, Inglaterra, um carro desgovernado atropelou as meninas, resultando na morte de Joanna, de 11 anos, e Jacqueline, de 6 anos, além do irmão Anthony, que também estava presente. O acidente teve um impacto profundo em seus pais, Florence e John.
Um ano após a tragédia, Florence deu à luz gêmeas, e John expressou esperança de que elas fossem a reencarnação de suas filhas. Jennifer, a mais nova, apresentou manchas de nascença idênticas às cicatrizes de Jacqueline, e ambas as meninas reconheceram locais que nunca haviam visitado anteriormente.
✨ As gêmeas Pollock também demonstraram personalidades similares às das irmãs falecidas, gerando ainda mais especulações sobre reencarnação.
Estudos realizados por Stevenson confirmaram que Gillian e Jennifer eram realmente gêmeas monozigóticas e compartilhavam o mesmo material genético. No entanto, a crença de John Pollock na reencarnação foi vista como uma limitação em sua análise.
Ao longo do tempo, as gêmeas cresceram e, eventualmente, afastaram-se da crença de que eram reencarnações de suas irmãs, embora não negassem as observações de seus pais.
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Jornalista especializado em Cultura & Entretenimento

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