Superávit brasileiro foi de US$ 26,1 bilhões, impulsionado por soja e petróleo.

O comércio entre Brasil e China alcançou um novo marco, com a corrente comercial chegando a US$ 143 bilhões nos primeiros nove meses de 2026. Essa elevação é resultado do aumento tanto das exportações quanto das importações entre os países.
As vendas brasileiras para a China totalizaram US$ 84,7 bilhões, apresentando um crescimento de 12% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Já as importações de produtos chineses somaram US$ 58,6 bilhões, com um avanço de 9,9%.
✨ O superávit da balança comercial brasileira com a China foi de US$ 26,1 bilhões, o que representa 42% do saldo comercial do país com o mundo.
A soja continuou a ser o principal produto exportado para o mercado chinês, totalizando US$ 30 bilhões, um aumento de 3,6%. A China absorveu 70% da soja vendida pelo Brasil.
As exportações de petróleo para a China também mostraram crescimento, subindo 49% para US$ 21,8 bilhões, representando metade de todo o petróleo brasileiro exportado.
Entretanto, a exportação de carne bovina apresentou um desempenho distinto. Após o Brasil atingir a cota de exportação para a China, as vendas em setembro caíram para US$ 68,3 milhões, valor que é mais de 15 vezes inferior ao do ano anterior. Os embarques que excedem a cota enfrentam uma sobretaxa de 55%, além da tarifa regular de 12%.
A abertura do mercado chinês também permitiu a inserção de novos produtos do setor agropecuário. As exportações de DDG, um insumo para alimentação animal, atingiram US$ 111,3 milhões, enquanto as de sorgo somaram US$ 170 milhões, com a China concentrando 53% e 95% dessas exportações, respectivamente.
Outro destaque foi o espodumênio, mineral rico em lítio, cujas exportações para a China aumentaram impressionantes 339%, totalizando US$ 172,3 milhões.
Por outro lado, as importações brasileiras de carros elétricos chineses registraram um aumento de 341%, enquanto as de veículos híbridos cresceram 248%, e as de híbridos plug-in tiveram um crescimento de 89%.
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Exportações caem 7,6%, enquanto importações aumentam 12,6%.

No comércio com a Argentina, as exportações caíram 25,2% no mesmo mês.

Medida ocorre após Brasil atingir cota anual de exportação de 1,1 milhão de toneladas.

Medida busca apoiar empresas impactadas por queda nas exportações.