Desempenho financeiro revela melhorias, enquanto Raízen busca recuperação.

A Cosan enfrentou um prejuízo consolidado de R$ 1,58 bilhão no primeiro trimestre de 2026, embora tenha registrado uma leve melhora em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando a perda foi de R$ 1,78 bilhão.
A receita da empresa foi de R$ 9,02 bilhões, indicando uma redução de 7% em relação aos R$ 9,66 bilhões do mesmo trimestre em 2025, refletindo as dificuldades enfrentadas pelo grupo. Apesar disso, o Ebitda cresceu 60%, subindo para R$ 3,16 bilhões.
✨ O crescimento do Ebitda, que atingiu R$ 3,16 bilhões, reflete uma melhora na gestão financeira.
Em março de 2026, a Cosan anunciou que sua subsidiária Compass iniciou o processo de registro para uma oferta pública secundária de ações, buscando a listagem no Novo Mercado da B3. O IPO, que foi concluído com êxito em maio, gerou aproximadamente R$ 2,2 bilhões para a Cosan.
A oferta totalizou 100.892.857 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 2,8 bilhões. Se as ações adicionais forem integralmente alocadas, a receita total do IPO pode chegar a R$ 3,2 bilhões.
A Cosan também comunicou que sua co-controlada Raízen protocolou um pedido de recuperação extrajudicial em março de 2026 na Comarca de São Paulo. Essa ação visa reestruturar obrigações financeiras específicas sem afetar a Cosan ou suas outras subsidiárias.
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