Crescimento econômico no Brasil em fevereiro; Centro-Oeste cai
Quatro das cinco regiões registraram alta na atividade econômica

Em fevereiro, a economia brasileira mostrou sinais de crescimento em quatro das cinco regiões, conforme informações do Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central (IBCR). O Norte foi a região que mais se destacou com uma elevação de 1,1% em relação ao mês anterior.
Contraponto a esta tendência, o Centro-Oeste teve uma queda de 1,1%, sendo a única região a registrar uma retração. No Sudeste, a atividade econômica cresceu 0,4%, enquanto o Nordeste e o Sul apresentaram aumentos de 0,3% e 0,1%, respectivamente.
✨ O Espírito Santo foi o estado que mais cresceu, com um avanço de 2,3%.
Dos 13 estados monitorados pelo IBCR, dez experimentaram crescimento. Após o Espírito Santo, os demais que se destacaram foram Pará (2,1%), Ceará (1,3%), Amazonas (1,1%), Rio de Janeiro (1,1%) e Rio Grande do Sul (1,1%). Estados como Pernambuco (0,7%), Minas Gerais (0,6%), Santa Catarina (0,5%) e Bahia (0,3%) também tiveram resultados positivos. Por outro lado, São Paulo permaneceu estável, com crescimento de 0,0%, enquanto Paraná e Goiás registraram quedas de 1,0% e 0,8%, respectivamente.
Comparação com fevereiro de 2025
Analisando os dados sem ajuste sazonal, todas as regiões mostraram um desempenho positivo na comparação anual. O Nordeste liderou com um aumento significativo de 3,0%, seguido pelo Centro-Oeste (1,9%), Sudeste (1,7%), Norte (1,2%) e Sul (0,6%).
Entre os estados, Pernambuco destacou-se novamente, com o maior crescimento interanual de 7,0%. Outros estados que mostraram bons números incluem Rio de Janeiro (5,8%), Espírito Santo (5,5%) e Pará (3,1%). Em contrapartida, Amazonas enfrentou uma retração de 1,2%, assim como Goiás, que caiu 0,3%. Santa Catarina se manteve estável durante esse período.
Implications
Os dados do IBCR refletem um início de ano positivo para a economia brasileira, mas com variações regionais importantes que devem ser monitoradas nos próximos meses.
Com um crescimento acumulado de 4,8% no último ano, o Centro-Oeste se destacou entre as regiões. A análise desses resultados será crucial para entender se a queda observada em fevereiro representa um fenômeno isolado ou uma tendência mais prolongada.
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