Secretaria do Tesouro Nacional aponta que a dívida é impactada por juros e resgates líquidos.

A dívida pública federal apresentou um crescimento de 0,04% em agosto, alcançando o montante de R$ 9,29 trilhões, conforme anunciou nesta segunda-feira (28) a Secretaria do Tesouro Nacional. No mês anterior, julho, esse indicador estava em R$ 9,28 trilhões.
Esse aumento é atribuído, principalmente, à incorporação de juros, que totalizou R$ 88,39 bilhões, embora tenha sido parcialmente compensado pelo resgate líquido de R$ 84,43 bilhões.
✨ A previsão do Tesouro Nacional indica que a dívida pública federal deverá encerrar o ano de 2026 em um intervalo entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.
Além disso, em termos de duração, o prazo médio da dívida aumentou de 4,05 anos, em julho, para 4,10 anos em agosto. O custo médio acumulado da dívida, por sua vez, subiu de 12,45% ao ano para 12,59% ao ano no mesmo período.
A reserva de liquidez, que é composta pelas disponibilidades de caixa para o pagamento da dívida, teve uma redução nominal de 11,89%, caindo de R$ 1,37 trilhões em julho para R$ 1,208 trilhão em agosto. Comparando com o mesmo mês no ano anterior, em 2025, quando estava em R$ 1,13 trilhões, houve um aumento em termos nominais de 6,49%.
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Jornalista especializado em Economia

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