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economia
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Etanol registra queda de preços em 20 estados e DF

Redução média chega a 1,17% com destaque para SP e Amapá

Giovani Ferreira01 de junho de 2026 às 10:20
Etanol registra queda de preços em 20 estados e DF

Os preços do etanol hidratado sofreram uma queda em 20 estados e no Distrito Federal na última semana, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados hoje. A média nacional do combustível recuou 1,17%, alcançando R$ 4,22 por litro.

Enquanto a maioria dos estados apresentaram redução nos preços, dois mantiveram a estabilidade e quatro registraram alta. Em São Paulo, o principal estado produtor e consumidor, o etanol teve uma queda de 2,08%, com o litro custando R$ 3,93.

O maior aumento percentual foi observado no Amapá, onde o valor subiu 2,40%, alcançando R$ 5,98 por litro.

Outros estados com elevações foram o Maranhão, que aumentou 0,19% para R$ 5,17; Minas Gerais, com um acréscimo de 0,24% para R$ 4,23; e o Pará, que subiu 0,20%, custando R$ 5,13 por litro. O menor preço registrado foi de R$ 2,95 em São Paulo, enquanto na Bahia o valor máximo atingiu R$ 6,39.

Em relação à gasolina, o etanol demonstrou uma competitividade maior em sete estados e no Distrito Federal. A média nacional da paridade de preços foi de 63,75%, considerada vantajosa para o biocombustível.

Paridade por estado

Os níveis de competitividade variaram, com 68,03% na Bahia, 62,73% no DF, 66,23% em Goiás, 60,09% em Mato Grosso, 63,38% em Mato Grosso do Sul, 67,25% em Minas Gerais, 64,54% no Paraná e 60,74% em São Paulo.

Esses dados são importantes para o setor sucroenergético, pois indicam a atratividade do etanol em comparação com outros combustíveis. Apesar da ausência de informações sobre fatores que possam esclarecer as variações regionais, o cenário mostra preços mais baixos a curto prazo, mantendo a competitividade do etanol em uma parte significativa do mercado.

Especialistas do setor acreditam que o biocombustível pode continuar atrativo, mesmo quando a paridade ultrapassa 70%, dependendo da eficiência do veículo. Contudo, a falta de informações sobre produção, estoques e logística impede previsões precisas sobre a evolução dos preços nas próximas semanas.

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