Entidade alerta sobre riscos de bloqueios no orçamento da agência

O Instituto Combustível Legal (ICL) solicitou com urgência, nesta segunda-feira (13), a votação do PLP 73/2025 na Câmara dos Deputados. De acordo com a entidade, a aprovação é crucial para proteger o orçamento das agências reguladoras federais contra bloqueios e contingenciamentos.
O ICL advertiu que um atraso na apreciação do projeto poderia comprometer as operações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em comunicado, a entidade destacou que ter uma ANP "robusta, independente e adequadamente financiada para fiscalizar a qualidade dos combustíveis" é essencial para a proteção do consumidor e a prevenção de fraudes no setor.
✨ A falta de recursos já está prejudicando funções essenciais da ANP.
Ao enfatizar a urgência da votação do PLP 73/2025, o ICL associou o tema ao crescimento do mercado ilegal, citando problemas como adulteração de combustíveis, fraudes volumétricas, sonegação, e a infiltração do crime organizado.
Informações fornecidas pela ANP ao Senado revelam que o orçamento destinado à fiscalização da qualidade dos combustíveis diminuiu de R$ 55 milhões para R$ 25 milhões, uma queda superior a 50%.
O fortalecimento da ANP, segundo o ICL, requer a manutenção de infraestrutura, laboratórios, inteligência e tecnologia, além de equipes capacitadas para garantir a qualidade dos combustíveis, verificar volumes entregues e assegurar a conformidade das normas em toda a cadeia produtiva.
A entidade defende que a aprovação do PLP 73/2025 é fundamental para garantir previsibilidade orçamentária às agências reguladoras, essencial para preservar a autonomia e a eficácia da ANP na fiscalização do setor.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Medida atual expira em 26 de setembro; custos podem atingir R$ 40 bilhões.

Logística impactada por mudanças na demanda, afirmam autoridades

Ações incluem multas de até R$ 500 milhões e manutenção de subsídio ao diesel.

Decisão da AGU permite continuidade do processo de consulta pública