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economia
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Expectativas do mercado apontam queda na inflação para 2026

Inflação prevista para 5,15% em 2026, segundo boletim do Banco Central

Gabriel Rodrigues20 de julho de 2026 às 12:40
Expectativas do mercado apontam queda na inflação para 2026

As previsões do mercado financeiro indicam uma continuação da diminuição na inflação para 2026, conforme divulgado pelo Banco Central no boletim Focus nesta segunda-feira (20). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar o ano em 5,15%, uma leve queda em relação à expectativa anterior de 5,16%.

Comparado ao cenário de quatro semanas atrás, quando a previsão era de 5,33%, a trajetória de queda é um sinal positivo para a economia. Para os anos seguintes, as projeções são ainda mais otimistas, com inflação de 4,20% em 2027 e 3,78% em 2028.

Crescimento do PIB e Câmbio

As expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) mantiveram-se inalteradas, com previsão de crescimento de 1,99% em 2026, semelhante às projeções das últimas três semanas, que antes eram de 1,98%. Para 2027 e 2028, as estimativas de crescimento são de 1,65% e 2%, respectivamente.

No que diz respeito à taxa cambial, a expectativa de valor do dólar se manteve inalterada em R$ 5,20 para o final de 2026, com projeções de R$ 5,28 para 2027 e R$ 5,30 para 2028.

A taxa Selic se mantém em 14% até o fim de 2026, com expectativa de redução da taxa atual de 14,25%.

A previsão da taxa básica de juros (Selic) para 2026 foi mantida em 14% pela quarta semana consecutiva. A Selic atualmente está fixada em 14,25%. O Comitê de Política Monetária (Copom) se reunirá nos dias 4 e 5 de agosto para discutir eventuais alterações na taxa, que, se reduzida, poderá estimular a economia, embora isso também possa elevar pressões inflacionárias.

Impactos da Taxa Selic

Quando a Selic é reduzida, o crédito tende a ficar mais acessível, incentivando o consumo e a produção. Por outro lado, uma Selic elevada controla as pressões inflacionárias, uma vez que torna o crédito mais caro, desestimulando o consumo. Além disso, os bancos consideram vários fatores, como risco de inadimplência, ao definir as taxas cobradas dos clientes.

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A estabilidade das taxas de juros é crucial para o equilíbrio da economia

Especialistas do Banco Central.

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