Brasil é acusado de ajudar a China a driblar tarifas de importação, impactando vendas.

As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para seu nível mais baixo em três anos, após a inclusão do Brasil em uma lista de países suspeitos de ajudar a China a burlar tarifas de importação. Essa ação, divulgada em um relatório nesta quinta-feira, 13 de agosto de 2026, evidencia como as práticas de transbordo comercial estão afetando as relações comerciais.
Conforme o relatório apresentado pelo assessor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, a estratégia de transbordo envolve o envio de produtos chineses a outros países, como o Brasil, para serem embalados ou montados antes de serem reexportados. Isso cria uma ilusão de origem, permitindo que a China drible as tarifas impostas pelos EUA.
"Durante anos, o grande golpe do transbordo comercial permitiu que a China comunista lavasse suas exportações
✨ Brasil está classificado como 'nível 2' no relatório, o que indica uma integração econômica significativa com a China.
Os EUA impuseram tarifas elevadas em várias importações com o objetivo de proteger indústrias locais, mas isso também causou aumento da inflação no país.
Além do Brasil, outras nações, como Indonésia e Malásia, também foram identificadas como facilitadoras desse esquema. As consequências são significativas, com estimativas indicando que entre 34 a 303 bilhões de dólares em mercadorias são redirecionadas anualmente para evitar tarifas.
O déficit comercial dos EUA continua em níveis alarmantes, mesmo após a implementação dessas tarifas. Até o momento, o déficit acumulado é de 371 bilhões de dólares, uma redução em relação ao ano anterior, mas ainda revelando fragilidades na economia americana.
A Casa Branca anunciou que novas cláusulas em acordos comerciais irão punir países que continuarem a perpetrar o transbordo comercial. Essa medida visa proteger a indústria americana, que tem sofrido com as consequências das manufaturas chinesas.
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