El Niño e aumento no petróleo pressionam preços.

O Ministério da Fazenda anunciou um ajuste em sua projeção de inflação para 2026, aumentando a estimativa para 5,1%. Essa revisão supera o teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Por outro lado, o Banco Central busca estabilizar a inflação em torno de 3%, com uma margem aceitável que varia entre 1,5% e 4,5%.
✨ Fatores como o El Niño e o aumento no petróleo têm um impacto significativo nos preços.
Na última edição do boletim Macrofiscal, divulgada nesta quarta-feira (15), a Fazenda mencionou que a inflação prevista anteriormente em 4,5% já é considerada baixa frente aos novos números.
O boletim da Fazenda é publicado a cada dois meses e traz atualizações sobre as expectativas econômicas do país.
A revisão das expectativas de inflação está ligada ao aumento dos custos de serviços e bens industriais, além do efeito indireto do imposto sobre petróleo nos preços ao consumidor.
Adicionalmente, a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada de 4,9% para 5,3% de acordo com as estimativas do Focus para 2026.
Apesar do aumento nas expectativas de inflação, a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil permanece constante em 2,3% para este ano.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Economia

Alívio nos preços de alimentos e combustíveis impacta o índice

Alimentos seguem como os principais responsáveis pela pressão nos preços

Custo de vida se eleva com pressão de alimentos e bebidas.

Redução indica menor aumento de preços entre itens pesquisados