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economia
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Juros futuros em queda com reabertura do Estreito de Ormuz

Ambiente internacional favorável reflete no mercado financeiro

Gabriel Azevedo20 de maio de 2026 às 10:25
Juros futuros em queda com reabertura do Estreito de Ormuz

Os juros futuros apresentavam uma tendência de queda nesta quarta-feira (20), influenciados por um cenário externo mais otimista, especialmente após a reabertura parcial do Estreito de Ormuz, que está no centro do conflito entre Estados Unidos e Irã.

Esse movimento ocorre em sintonia com a queda do dólar, dos preços do petróleo e uma diminuição nos rendimentos dos títulos norte-americanos.

Às 9h12, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 caiu para 14,115%.

O contrato para janeiro de 2028 também registrou uma redução, marcando 14,065%, em comparação aos 14,132% do ajuste anterior. Já a taxa do DI para janeiro de 2031 caiu para 14,215%, abaixo dos 14,285% do fechamento do dia anterior.

Impactos da Reabertura do Estreito de Ormuz

A reabertura do Estreito de Ormuz trouxe alívio imediato sobre os preços do petróleo, um ativo que costuma ser influenciado em momentos de instabilidade geopolítica, dada a sua importância na inflação global e nos custos de transporte.

Além disso, a diminuição dos rendimentos dos Treasuries sugere um menor apetite por riscos mais elevados no curto prazo.

A ata da última reunião do Federal Reserve será o foco do dia, pois poderá fornecer pistas sobre a postura da federação em relação às taxas de juros e à inflação.

Os preços das principais commodities agrícolas, como soja e milho, também devem ser monitorados, uma vez que os juros influenciam diretamente no financiamento, na rolagem de dívidas e nas estratégias de comercialização no agronegócio.

Contexto

Não há, por enquanto, informação setorial específica além da movimentação dos ativos financeiros. A variabilidade dos juros dependerá do noticiário internacional e do comportamento do mercado ao longo do dia.

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