Voltar
economia
2 min de leitura

Ministério da Fazenda lança calculadora para renegociação de dívidas

Ferramenta facilita simulações para famílias com renda de até 5 salários mínimos.

Camila Souza Ramos15 de maio de 2026 às 16:40
Ministério da Fazenda lança calculadora para renegociação de dívidas

O Ministério da Fazenda revelou, nesta sexta-feira (15), uma nova calculadora destinada à simulação da renegociação de dívidas através do programa Novo Desenrola Brasil – Famílias.

A ferramenta, que pode ser acessada no site do ministério, foi criada para ajudar os cidadãos a obterem uma prévia das condições de negociação antes de visitar uma instituição financeira.

Público-alvo: cidadãos com renda de até 5 salários mínimos (R$ 8.105).

De acordo com a pasta, a simulação oferece valores aproximados de renegociação com base nas diretrizes do programa, considerando fatores como o tempo de atraso e os descontos mínimos para a renegociação.

Objetivo da calculadora

Essa ferramenta vai além de ser um simples simulador; ela serve como um guia para ajudar os usuários a entenderem as condições de pagamento possíveis antes de se conectarem com bancos ou outros agentes financeiros que participam do programa.

"

A calculadora proporciona maior previsibilidade ao processo de renegociação, facilitando o acesso às condições do Novo Desenrola Brasil

Ministério da Fazenda.

Embora a ferramenta forneça uma triagem inicial, o Ministério da Fazenda ainda não divulgou percentuais específicos de desconto e a listagem completa dos bancos que poderão formalizar essas negociações.

Mais informações

Os critérios de desconto variam conforme as regras do programa e também dependem da etapa subsequente da negociação.

Após utilizar a calculadora, o próximo passo para os cidadãos é procurar uma instituição financeira para confirmar as condições de renegociação de acordo com o Novo Desenrola Brasil.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia