BN
BocaNoticias
AgronegócioPolíticaEconomiaEsportesInternacionalClimaCotaçõesLua Hoje
Agronegócio
Culturas Agrícolas
Produção Rural
Pecuária
Agricultura Sustentável
Política
Governo
Congresso
Leis
Eleições
Economia
Dólar
Juros
Bancos
Bolsa
Commodities
PIB
Criptomoedas
Esportes

Futebol

Brasileirão
Libertadores
Seleção Brasileira
Copa do Mundo
Futebol Internacional
Jogos de Hoje
Internacional
China
EUA
Europa
Clima
Previsão do Tempo
Chuvas
Seca
Cotações
Soja
Milho
Boi Gordo
Café
Açúcar
Trigo
Frango
Algodão
Lua Hoje

Mais categorias

Negócios
Justiça
Mercado Financeiro
Saúde
Vacinas
Pandemias
Tecnologia
Inteligência Artificial
Startups
Drones
Segurança
Meio Ambiente
Sustentabilidade
Carbono
Florestas
Cultura & Entretenimento
Educação
Pesquisa
Universidades
Cursos
Energia
Loterias
Mega-Sena
Lotofácil
Quina
Lotomania
Dia de Sorte
Brasil
Ciência
Automóveis
Gastronomia
Horóscopo
Trabalho
Turismo
Religião
Curiosidades

Sobre Nós

BocaNoticias é seu portal de notícias moderno, trazendo as últimas informações de tecnologia, esportes, cultura e mundo.

Links Úteis

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Publicidade
  • Política de Privacidade

Categorias

  • Agronegócio
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Clima
  • Cotações
  • Lua de Hoje

Newsletter

Receba as principais notícias diretamente no seu email.

© 2026 BocaNoticias. Todos os direitos reservados.

Voltar

Nesta Notícia

0
    Economia
    2 min de leitura

    Previsões para preço do petróleo ficam elevadas em meio a conflitos no Oriente Médio

    Expectativas apontam Brent a US$ 87 por barril no quarto trimestre de 2026, com incertezas ainda presentes.

    Gabriel RodriguesPostado há 54 minutos
    A
    Previsões para preço do petróleo ficam elevadas em meio a conflitos no Oriente Médio

    As projeções para o preço do petróleo continuam elevadas, em razão da guerra que se estende por mais de sete meses entre EUA e Israel contra o Irã. A mediana de nove estimativas coletadas pelo Broadcast indica o preço do Brent a US$ 87 por barril no quarto trimestre de 2026, com uma média de US$ 80 ao longo de 2027.

    Entre as revisões mais recentes, o Commerzbank aumentou sua projeção de US$ 75 para US$ 85 por barril até o fim do ano. O HSBC, por sua vez, agora estima o Brent em US$ 90 no último trimestre de 2026, em comparação com os anteriores US$ 80, ressaltando a expectativa de que o mercado de petróleo não se reequilibre antes de meados de 2027.

    Caso o impasse diplomático persista e os fluxos permaneçam restritos, o HSBC sugere que os estoques de petróleo podem cair a níveis operacionais críticos, levando o Brent a alcançar preços perto de US$ 120 por barril. Por outro lado, o Goldman Sachs projeta que o preço do Brent se estabilize em US$ 85 até o final deste ano e US$ 80 em 2027, após um aumento nas exportações do Golfo em setembro.

    Enquanto isso, a Agência de Informação de Energia dos Estados Unidos (EIA) também ajustou suas previsões, agora prevendo um preço médio de US$ 96 por barril para 2026 e de US$ 84 para 2027. Com relação ao mercado de derivados, a pressão se concentra especialmente em diesel e gasolina, sendo que a escassez nesses produtos é mais crítica que no petróleo bruto.

    ✨ Os líderes do G7 anunciaram a liberação de 100 milhões de barris de estoques estratégicos, priorizando o diesel, em resposta à volatilidade do mercado.

    O vice-presidente da Rystad Energy no Brasil, Raphael Faucz, destacou que o Brasil importa 25% do diesel que consome, e alertou que restrições à exportação americanas poderiam agravar a situação do mercado brasileiro. As expectativas seguem fortemente influenciadas por incertezas geopolíticas e a contínua pressão sobre os fluxos de oferta.

    Gabriel Rodrigues

    Jornalista especializado em Economia com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

    Leia Também

    Mercado de energia reage a preços do petróleo em queda

    Mercado de energia reage a preços do petróleo em queda

    Energia
    Putin oferece petróleo e discute conflitos com Trump

    Putin oferece petróleo e discute conflitos com Trump

    Internacional
    Preços do petróleo caem após Donald Trump descartar pedágio no Ormuz

    Preços do petróleo caem após Donald Trump descartar pedágio no Ormuz

    Mercado Financeiro

    Tópicos Relacionados

    #Energia#Precos#Petroleo#Conflitos#Acabamentos

    Não perca nenhuma notícia!

    Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

    Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

    Gostou desta notícia? Compartilhe!

    Gabriel Rodrigues

    Jornalista especializado em Economia

    Notícias Relacionadas

    AIE libera quase um sexto das reservas estratégicas de petróleo

    AIE libera quase um sexto das reservas estratégicas de petróleo

    Energia
    Países da IEA liberam 325 milhões de barris de petróleo de reservas estratégicas

    Países da IEA liberam 325 milhões de barris de petróleo de reservas estratégicas

    Economia
    Petróleo Russo Chega a Cuba em Meio a Crise de Fornecimento

    Petróleo Russo Chega a Cuba em Meio a Crise de Fornecimento

    Internacional

    Mais de Economia

    Bolsas europeias caem com petróleo acima de US$ 100 e aversão ao risco
    Economia

    Bolsas europeias caem com petróleo acima de US$ 100 e aversão ao risco

    Os índices enfrentam queda antes da decisão do Banco Central Europeu.

    09 de set.Gabriel Rodrigues
    IGP-10 tem queda de 0,51% em agosto, abaixo das expectativas
    Economia

    IGP-10 tem queda de 0,51% em agosto, abaixo das expectativas

    Índice reflete recuo nos preços de energia e derivados de petróleo

    17 de ago.Gabriel Rodrigues
    Preços do petróleo fecham em queda com perspectiva de negociações no Golfo
    Economia

    Preços do petróleo fecham em queda com perspectiva de negociações no Golfo

    Ao todo, o barril do Brent teve recuo de 2,81%, enquanto o WTI caiu 2,37%.

    11 de set.Gabriel Rodrigues
    Inflação na OCDE sobe para 4,3% em agosto, impulsionada pela energia
    Economia

    Inflação na OCDE sobe para 4,3% em agosto, impulsionada pela energia

    Aumento é refletido em 23 países membros, com destaque para alta nos preços de energia e queda na alimentação.

    06 de out.Gabriel Rodrigues