Moradora de Linha Tangerinas otimista com possível aumento nas vendas.

Durante as negociações sobre o preço do tabaco, muitos produtores de Venâncio Aires estão encerrando a colheita, o processo de cura e estocando as folhas secas para futura comercialização. Em Linha Tangerinas, Ana Paula Bittencourt e seu marido, Gilmar Ferreira, estão finalizando a colheita, mantendo parte do tabaco em casa na expectativa de um bom preço após terem realizado uma venda em novembro. O agricultor Heitor Pereira, de Linha Taquari Mirim, aguarda melhores propostas para comercializar seu fumo de qualidade.
Jorge Reckziegel, de Linha 17 de Junho, acredita que teremos mais um ano de boas vendas, embora com uma queda na quantidade produzida. Ele projeta que as indústrias oferecerão valores um pouco acima da tabela, mas abaixo das expectativas dos produtores, visando equilibrar os custos e as margens de lucro.
A próxima reunião para discutir o preço do tabaco está marcada para janeiro, em Santa Cruz do Sul, após o encontro anterior ter encerrado sem acordo. A Afubra e outras entidades defendem um reajuste baseado no custo de produção acrescido de cinco pontos percentuais para a lucratividade dos produtores.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Economia

Levantamento de ocorrências de roubo de tabaco cru durante transporte para comercialização

Os produtores de tabaco no Brasil: a realidade de um alto padrão socioeconômico

A qualidade das folhas secas continua excelente

Setores devem ser consultados para implementação em janeiro de 2027