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Copa do Mundo Feminina 2027: TCU destaca riscos e prioridades

Relatório do tribunal enfatiza necessidade de governança eficaz.

Tiago Abech25 de maio de 2026 às 18:20
Copa do Mundo Feminina 2027: TCU destaca riscos e prioridades

O Tribunal de Contas da União (TCU) alerta sobre os riscos associados à realização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil, destacando a urgência de organização e protocolos adequados.

Desafios Identificados pelo TCU

Em um relatório abrangente, o TCU aponta a necessidade de implementar protocolos que abordem questões como o racismo e o assédio em eventos esportivos. A competição está marcada para acontecer entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, em oito locais, incluindo o Maracanã e a Arena Fonte Nova.

Primeira vez que o Brasil sediará o Mundial feminino.

Os desafios de comunicação entre os órgãos públicos e os organizadores são uma preocupação central. O ministro Jhonatan de Jesus enfatiza a importância de uma coordenação clara para garantir o sucesso do evento.

Ações Recomendadas pelo TCU

O TCU exigiu que o Ministério do Esporte desenvolvesse um Plano Nacional de Legado, com metas específicas e fontes de financiamento garantidas, em um prazo de 180 dias. Este plano deve priorizar a criação de espaços de acolhimento para vítimas de assédio durante os jogos.

"

"O Brasil pode transformar a Copa Feminina em um legado para a inclusão e proteção das mulheres."

Jhonatan de Jesus

TCU busca prevenção para evitar repetição de erros do passado.

Além disso, o Tribunal expressou seu desejo de atuar preventivamente na fiscalização do evento, a fim de evitar problemas enfrentados em edições anteriores, como os legados mal planejados da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

Tensões na Arena BSB

Atualmente, a Fifa e a administração da Arena BSB, responsável pelo Estádio Mané Garrincha, estão em desacordo sobre as condições exigidas para a Copa. A falta de garantias para sanar problemas de infraestrutura e a disponibilização de camarotes são pontos de discórdia.

A troca do gramado, que deve acontecer até 50 dias antes do torneio, também é motivo de atrito, considerando que a última reforma ocorreu em 2014, quando o estádio recebeu sete partidas.

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