Administração de Trump analisa desvinculação com agência de refugiados

Os Estados Unidos foram, em 2025, o maior contribuinte do ACNUR, destacando-se ao destinar 868 milhões de dólares. Entretanto, a administração de Donald Trump ventilou a possibilidade de romper laços com a agência da ONU dedicada a refugiados, o que gerou inquietação no cenário internacional.
Recentemente, uma onda de diplomatas e funcionários do ACNUR se mobilizou para convencer o governo americano a manter o suporte. Fontes informadas relataram à Reuters que a decisão sobre a desvinculação, esperada para a semana passada, ainda não foi anunciada, sugerindo que a pressão pode ter adiado essa ação.
✨ A interrupção do apoio financeiro dos EUA poderia agravar a já crítica situação do ACNUR em um contexto de deslocamento populacional crescente.
O ACNUR, criado após a Segunda Guerra Mundial, visa prover assistência a refugiados e deslocados devido a guerras e perseguições.
A decisão do governo dos EUA ocorre em meio a tensões relacionadas à nomeação de Tressa Rae Finerty para o cargo de vice-alto-comissária do ACNUR, disparando preocupações sobre a política migratória norte-americana e sua relação com a ONU.
Enquanto isso, um ex-representante da agência destacou que a ausência do financiamento dos EUA representaria uma ameaça significativa à continuidade das operações do ACNUR, especialmente num momento em que o mundo enfrenta um número recorde de refugiados, oriundos de crises na Ucrânia e Sudão.
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Jornalista especializado em Internacional

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