ONU exige proteção a hospitais após ataque em Gaza
Conflito em Gaza resulta em mortes de civis e danos a unidades de saúde

Após um ataque que atingiu uma unidade de armazenamento médica nas proximidades do Hospital dos Mártires de Al-Aqsa, a ONU reafirmou a necessidade urgente de proteger as instalações de saúde em Gaza. O incidente, que ocorreu no dia 1º de julho, resultou na destruição de suprimentos médicos cruciais enviados pela organização.
Em coletiva à imprensa, o vice-porta-voz da ONU, Farhan Haq, relatou que a violência se intensificou em Gaza, com ataques aéreos e bombardeios registrados em várias áreas durante o final de semana. Os recentes conflitos causaram numerosas baixas, incluindo mortes de crianças.
✨ A ONU condenou veementemente a morte de civis, enfatizando que 'instalações de saúde jamais devem ser atacadas ou militarizadas'.
No sábado, a força militar israelense confirmou a morte de dois palestinos em um ataque na região de Sheikh Radwan, enquanto destruía armazéns que, segundo informações, continham medicamentos. As autoridades de saúde locais reportaram que, somente em julho, o número de mortos chegou a 150, com um expressivo índice de civis entre as vítimas.
Contexto
As tensões entre Israel e Hamas têm culminado em frequentes confrontos na região, levando à necessidade de intervenções e negociações para prevenir novas escaladas de violência.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Internacional

ONU denuncia novos ataques israelenses em Gaza com 57 mortos
Intensificação da violência atinge civis e gera preocupação internacional

Israel é acusado de agressão em bombardeios ao Líbano
Conselho da ONU classifica ataques como violação do direito internacional

ONU alerta sobre políticas de imigração que podem afetar Copa do Mundo
Alto comissário expressa preocupações sobre medidas de segurança dos EUA

Cuba denuncia falta de combustível bloqueando ajuda humanitária da ONU
Governo cubano atribui a crise à sanções dos EUA e bloqueio energético





