Indenização é fruto de vitória judicial em caso de abuso sexual

E. Jean Carroll recebeu uma indenização de aproximadamente R$ 28 milhões após uma prolongada batalha judicial contra Donald Trump. O pagamento, que totaliza US$ 5.625.005,48, foi determinado pelo juiz Lewis Kaplan e confirmado após a Suprema Corte negar o pedido de Trump para impedir a transferência.
Carroll alegou que o ex-presidente a estuprou em 1996 em uma loja de departamentos em Manhattan. Posteriormente, Trump fez declarações difamatórias em 2022, alegando que as acusações de Carroll eram uma 'farsa'. Conforme o processo, Carroll planeja utilizar a indenização para financiar sua aposentadoria.
Os advogados de Trump tentaram barrar o pagamento, solicitando a suspensão da transferência até que a Suprema Corte revisse seu recurso, mas não obtiveram sucesso. O tribunal federal de apelações ainda não se pronunciou sobre esses pedidos recentes, e a expectativa é que Carroll receba o montante completo.
✨ Carroll não irá pagar honorários sobre a indenização, já que seus advogados trabalham com honorários condicionais ao sucesso da causa.
A vitória de Carroll não é isolada, já que ela foi a primeira mulher a levar um caso de abuso sexual contra Trump ao tribunal e a detalhar publicamente sua experiência. O júri inicialmente considerou Trump culpado de abuso sexual e difamação, resultando em uma indenização anterior de US$ 5 milhões.
E. Jean Carroll tomou a iniciativa legal contra Donald Trump após várias mulheres o acusarem de abuso sexual. Ela é uma das poucas que conseguiram levar o caso a julgamento, estabelecendo um precedente no enfrentamento legal contra figuras de poder.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Justiça

Corte Suprema da Itália questiona imparcialidade do STF no caso da ex-deputada

Decisão judicial inclui indenização à vítima e regime fechado

Maurício Brasil Maia, de 30 anos, foi detido após denúncias de vítimas.

Suspensão de visitas ao ex-presidente pode ser analisada pelo STF